Key: D major
Intro 1
D
Verse 1
D
D
F
G
B
popu lar
C
E
Em
Bm
Cada paralelepípedo da velha cidade
B
G
C
A
B
E
A
Essa noite vai se arrepiar
Ao lembrar
G
Bm
D
imortais
Bm
E
A
ancestrais
Verse 2
D
F
Num tempo
D
A
C
Página infeliz da nossa história
B
E
Bm
E
Das nossas
Verse 3
A
D
Dormia
A nossa pátria-mãe tão distraída
Bm
E
D
C
Em tenebrosas transações
Verse 4
C
F
Seus filhos
Am
F
continente
C
D
Levavam pedras feito penitentes
Am
D
Erguendo estranhas catedrais
Verse 5
F
Am
D
Tinham direito a uma alegria fugaz
A
D
Uma ofegante epidemia
F
A
D
O carnaval, o carnaval
(Vai passar)
Verse 6
D
C
B
C
O bloco dos Napoleões retintos
Verse 7
B
E
B
Meu Deus, vem olhar
G
D
F#m
D
B
Vem ver de perto uma cidade a cantar
E
B
A evolução da liberdade
E
A
D
Até o dia clarear
Verse 8
D
G
D
Ai, que vida boa, olerê
D
E
O estandarte do sana
A
D
tório geral vai passar
G
D
Ai, que vida boa, olerê
A
D
A
Ai, que vida boa, olará
B
E
A
O estandarte do sanatório geral
A
Verse 9
Vai passar
F
C
A
Cada paralelepípedo
Ao lembrar
C
E
Que aqui passaram sambas imortais
A
E
Que aqui sangraram pelos nossos pés
C
E
Que aqui sambaram
Verse 10
A
C
Página infeliz da nossa história
E
D
E
Passagem desbotada na memória
E
A
Das nossas novas gerações
Verse 11
A
F
Dormia
A nossa pátria-mãe tão distraída
C
E
Sem perceber que era subtraída
Verse 12
Em tenebrosas transações
C
F
continente
Levavam pedras feito penitentes
F
Verse 13
Que se chamava carnaval
C
A
O carnaval, o carnaval
E
A
(Vai passar)
Verse 14
F
E
O bloco dos Napoleões retintos
F
C
D
E
E os pigmeus do boulevard
Verse 15
E
D
E
Meu Deus, vem olhar
F
A
Vem ver de perto uma cidade a cantar
E
E
A evolução da liberdade
A
F
Até o dia clarear
Verse 16
C
A
Ai, que vida bo a, olerê
A
D
tório geral vai passar
F
E
A
D
O estandarte do sanatório geral
Verse 17
Nessa avenida um samba
C
E
F
popular
C
A
Cada paralelepípedo da velha cidade
E
A
E
A
Essa noite vai se arrepiar
Ao lembrar
F
E
Que aqui passaram sambas imortais
A
E
Que aqui sangraram pelos nossos pés
E
A
Que aqui sambaram nossos ancestrais
Verse 18
F
Num tempo
F
C
Página infeliz da nossa história
Passagem desbotada na memória
Verse 19
Dormia
A nossa pátria-mãe tão distraída
Sem perceber que era subtraída
Verse 20
Em tenebrosas transações
Erravam cegos pelo continente
Levavam pedras feito penitentes
Verse 21
Erguendo estranhas catedrais
E um dia, afinal
Uma ofegante epidemia
Que se chamava carnaval
F
A
O carnaval, o carnaval
(Vai passar)
Verse 22
Palmas pra ala dos Barões famintos
(ora se vai)
O bloco dos Napoleões retintos
E os pigmeus do boulevard
Verse 23
Meu Deus, vem olhar
Vem ver de perto uma cidade a cantar
A evolução da liberdade
Até o dia clarear
Verse 24
Ai, que vida boa, olerê
Ai, que vida boa
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