de longo tempo o mesmo canta
Se esta terra fosse minha,
Ao ver tanta riqueza neste chão
Quando os invasores aportaram
Com uma sede louca da ambição
Cana -de -a çúcar e pau -Brasil
Levando os bandeirantes ao sertão
Era o índio massacrado sem perdão
Gritou forte defendendo a sua terra
Se minha fosse esta terra
Das pedras nasceriam flores
Com sangue, suor e lágrimas
Cantou o negro em suas dores
Vindo lá das bandas do Agreste,
Quando a vontade mais pura do irmão
Se esta terra fosse minha
Com igualdade pra reforma reformar
Se esta terra, se esta terra fosse minha
Com igualdade pra reforma reformar
Mas vem, vem de longo tempo
Se esta terra, se esta terra fosse minha
Se esta terra, eu iria semear, semear
Ao ter tanta riqueza nesse chão
Quando os invasores aportaram
Com a sede louca, a grande missão
Ca na de açúcar, igual o Brasil
Uma de mirante, uma exceção
Brilhou, brilhou no ouro a cobiça
Levando os bandeirantes ao sertão
Era o índio massacrado sem perdão
Gritou forte defendendo a sua terra
Gritou forte defendendo a sua terra
Se minha fosse esta terra
Das pedras nasceriam flores
Cantou o negro em suas dores
O homem busca essa abertura
Era produzir no seu pinhão
Se esta terra, se esta terra fosse minha
Pra reformar, reformar se esta terra
Se esta terra fosse minha
Com igualdade pra reformar, reformar
Se esta terra fosse minha
Com igualdade pra reformar, reformar
Se esta terra fosse minha
Com igualdade pra reformar, reformar
Se esta terra fosse minha
Com igualdade pra reformar, reformar
Com igualdade pra reformação