Meus irmãos, blá, blá, blá,
blá, blá, blá, blá, blá, blá
Ele chegou arrebanhando os fiéis
Mandou a miséria pro vinagre
Depois que abriu no morro
anda de braço com a sorte
Pro filho mais novo comprou um passap
Pra filha mais velha comprou um escorte
Blá mandou a miséria pro milagre
anda de braço com a sorte
Pro filho mais novo comprou um passap
Pra filha mais velha comprou um escorte
Blá, blá, blá, dum cara de santo,
na delegacia da jurisdição
Hoje ele é somente um homem convertido
a serviço da fé, arranjando milhão
a serviço da fé, arranjando milhão
Eu falei, reverendo, blá, blá, blá
Mandou a miséria pro milagre
Depois que abriu do morro
Anda de braço com a sorte
Um filho mais novo encontrou o passar
Uma filha mais velha encontrou um esforço
Subiu no morro para se curar
Disfarçou -se de coitado,
intimou o esperto para se explicar
Blá blá blá, um cara de santo,
Um 7 em 1 conhecido na delegacia,
Chorou pro doutor delegado,
Hoje ele é somente um homem convertido
É, reverendo, brincadeira tem hora,
Eu falei reverendo, blá, blá, blá,
mandou a miséria pro vinagre
Depois que abriu no morro
Exercisou pena, anda de braço com a sorte
Pro filho mais novo comprou
Pra filha mais velha comprou
Onjoua, miséria, chu va e neve
Depois que abriu no morro
Anda de braço com a sorte
O filho mais novo comprou o bazar
Pra filha mais velha comprou
Cuidado que os homens estão de olho
Senão o bambu vai quebrar
Blá, blá, blá! Blá, blá, blá, blá, blá, blá!
E ele só correndo a sacolinha, hein?