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Peão De Obra chords by Wilson das Neves

  • Dm

  • Gm

    3
  • E

  • G#

    4
  • C

  • Am

  • G

  • D

  • F

  • Ebdim

Intro 1
Dm
Gm
E
G#
C
E
Verse 1
E
Am
Vim com mulher
G
C
e três filhos lá do norte,
E
Am
cansado de ver desgraça e morte,
E
Am
na última seca que deu no sertão.
D
Am
E
Am
G
Como sou homem de fé,
C
cabuco forte
Am
E
Cheguei por aqui tentando a sorte
Am
Um emprego qualquer
E
Am
pra ganhar o meu pão
Dm
E
Am
Eu só queria cri
G
ar os meus meninos
C
Am
E
Am
Mais um sertanejo sem encino
Dm
E
Am
Na cidade grande não tem condição
E
Am
G
Até parece, Deus, que é destino
C
G
Dm
F
Trabalho se tem pro nordestino
E
Am
E
É ser operário numa construção
Am
C
G
Vim com mulher e três
C
filhos lá do norte
Am
E
Am
Cansado de ver desgraça e morte
Dm
E
Am
Na última seca que deu no sertão,
E
no sertão
Am
D
G
Como sou homem de fé,
C
caboclo forte
Am
E
Am
Cheguei por aqui tentando a sorte
Dm
E
Ou emprego qualquer pra
Am
ganhar o meu pão
Dm
F
E
Am
G
Eu só queria criar
C
nos meus meninos
Dm
D
E
Am
Mais um sertanejo sem ensino
Dm
E
Am
E
Na cidade grande não tem condição
Am
Dm
G
Até parece, meu Deus,
C
que é destino
G
Dm
F
Trabalho se tem pro nordes tino
E
Am
É ser operário numa construção
Dm
Eu que fugi do meu chão
D
pra não ver morte e desgraça
Dm
Sentindo o gosto do pó do sertão
F
Am
em minha goela
D
Am
Dm
Hoje esse sangue
E
que corre em meu corpo
Am
é de argamassa
G
Dm
E
E a morte agora é meu cotidiano
Am
Dm
C
E
na favela
Am
G
Vim com mulher e três
C
filhos lá do norte,
E
Am
cansado de ver desgraça e morte,
E
Am
na última seca que deu no sertão,
E
no sertão,
Am
G
como sou homem de fé,
C
caboclo forte,
Am
E
Am
cheguei por aqui tentando a sorte,
Dm
E
um emprego qualquer pra
Am
Ebdim
ganhar o meu pão.
E
Am
G
C
Eu só queria criar dos meus meninos
D
E
Am
Mais um sertanejo sem ensino
Dm
E
Am
Na cidade grande não tem condição
E
Am
Dm
Até parece, meu Deus,
G
Dm
que é destino
C
Dm
G
Dm
F
Trabalho se tem pro nordestino
E
Am
É ser operário numa construção
Dm
Eu que fugi do meu chão
Am
Pra não ver morte e desgraça
Dm
F
Sentido o gosto do pó do sertão
Am
em minha guela
Dm
E
Hoje esse sangue que corre em meu corpo
Am
É de argamassa
C
Am
F
E
Am
C
E a morte agora é meu cotidiano na favela
Dm
F
Am
E
Am
C
Dm
F
Am
E
Am
F
Dm
C
E
D
E aí
N/A
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