Mudemos De Assunto chords by Sérgio Godinho
Intro 1
G
Am
G
Am
G
Am
G
Am
Verse 1
G
Am
Andas aí a partir corações
D
G
Como quem parte um baralho de cartas
Am
D
Cartas de amor
G
E
F#m
Escrevi-te eu tantas
B
Às tantas, aos poucos
E
Às tantas, aos poucos
Em
B
Eu fui percebendo
Em
Bm
Às tantas eu lá fui tacteando
Em
Am
G
Às ce gas eu lá fui conseguindo
Am
G
Am
G
Às cegas eu
Am
lá fui
G
D
Em
D
abrindo os olhos
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Verse 2
G
Am
E nos teus olhos como espelhos partidos
D
G
Quis inventar uma outra narrativa
Am
Até que um ai me chegou aos ouvidos
D
G
E era só eu a vogar à deriva
Em
E
F#m
E um animal sempre foge do fogo
B
E eu mal gritei: fogo!
E
Mal eu gritei: água!
B
Que morro de sede
Em
Bm
Em
Am
Achei-me encostado à parede
G
Am
G
Am
G
Gritando: Livrai-me da sede!
Am
G
D
Em
E o mar inteiro entrou na
D
minha casa
Interlude 1
D
G
Am
G
Am
Verse 3
G
Am
E nos teus olhos inundados do mar
D
G
Eu naveguei contra mi nha vontade
Am
Mas deixa lá, que este barco a viajar
D
G
Há-de chegar à gare da sua cidade
E
E ao desembarque a terra
F#m
será mais firme
B
Há quem afirme
E
Há quem assegure
B
Que é depois da vida
Em
Que a gente encontra a
Bm
paz prometida
Em
Por mim marquei-lhe
Am
G
encontro na vida
Am
G
Am
Marquei-lhe encontro ao
G
Am
G
fim da tempestade
D
Da
Verse 4
Em
D
G
tempestade,
Am
o que se teve em comum
D
G
É aquilo que nos separa depois
Am
E os barcos passam a ser um e um
D
G
Onde uma vez quiseram quase ser dois
Em
E
E a tempestade deixa
F#m
o mar encrespado
B
Por isso cuidado
E
Mesmo muito cuidado
B
Que é frágil o pano
E
Em
Que veste as ve las
Bm
do desengano
Em
Am
Que nos empurra em novo oceano
G
Am
Frágil e resistente ao mesmo tempo
Verse 5
G
Mas is to é um canto
Am
E não um lamento
G
Já disse o que sinto
Am
G
Agora façamos o ponto
D
Em
E mudemos de assunto
Sim?
D
Andas aí a partir
Verse 6
corações
G
Como quem parte um
Am
baralho de cartas
Cartas de amor
G
Es crevi-te eu tantas
Am
Às tantas, aos poucos
G
Am
Às tantas, aos poucos
G
Am
G
Am
G
Am
G
Eu fui percebendo
Am
D
Às tantas eu lá fui tacteando
G
Às cegas eu lá fui conseguindo
Am
D
Às cegas eu lá fui abrindo os olhos
Verse 7
G
Em
E nos teus olhos como espelhos partidos
E
F#m
Quis in ventar uma outra narrativa
B
E
Até que um ai me chegou aos ouvidos
B
E era só eu a vogar à deriva
Em
E um animal sempre foge do fogo
Bm
E eu mal gritei: fogo!
Em
Mal eu gritei: água!
Am
Que morro de sede
G
Am
Achei-me en costado à parede
G
Gritando: Li vrai-me da sede!
Am
G
Am
E o mar inteiro entrou na minha casa
Verse 8
G
E nos teus olhos inundados do mar
D
Em
D
Eu naveguei contra minha vontade
Mas deixa lá, que este barco
a viajar
Há-de chegar à gare da sua cidade
E ao desembarque a terra
será mais firme
G
Há quem afirme
Há quem assegure
G
Que é depois da vida
C
Que a gente encontra a paz prometida
Por mim marquei-lhe en
G
contro na vida
Marquei-lhe encontro ao
Verse 9
fim da tempestade
C
Da tempestade, o que se teve em comum
É aquilo que nos separa depois
G
E os barcos passam a ser um e um
Onde uma vez quiseram quase ser dois
Am
E a tempestade deixa o mar en crespado
G
Por is so cuidado
Mesmo muito cuidado
Que é frágil o pano
G
Que veste as velas do desengano
Que nos empurra em novo oceano
Frágil e resistente ao mesmo tempo
Verse 10
Mas isto é um canto
E não um lamento
Já disse o que sinto
Agora façamos o ponto
E mudemos de assunto
Sim?
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