Eu sou um caboclo sonhador,
Não queira roubar meu verso
Se assim não tem conversa
Mergulhado nos versos do meu passado
Pé -dido na imensidão desse lugar
Ao lembrar -me das bravuras
Mega e divina como vanta, tudo bem
Meu canto é tanto quanto o canto sabia
Sou devoto do falicismo romano
Sou quiete do nosso rei do cangaço
Abram malas para um novo cantador
Deixem meu verso passar na avenida
Não for ofiado tão da bicha e gande bom
Deixem meu verso passar na avenida
Não for ofiado tão da bicha e gande bom
Não queira roubar meu verso
Se é assim não tem conversa
Meu regresso para o brejo
Pérdido na imensidão desse lugar
Ao lembrar -me das bravuras
Mega e fina como vanga, tudo bem
Meu canto é tanto quanto canto sábia
Sou devoto, padinste, sou romã
Sou tiete do nosso rei do cangaço
Tão da bicha e grande e bom
Tão da bicha e grande e bom