Já mais não há, diz quem não crê
Diz que é ilusão, sorte de quem
Vasta cidade, festa de alguém
Nome da moça pra querer bem
Logo ansiosos, logo a paixão
Pronta amizade, sonhos na mão
Café na tarde, roupas no chão
Deixando à mostra toda a intenção
Trem de partida, pés no vagão
Juntando areia, ferro e canção
Bradar o sol, bastar o som
Bran dar o mar, bastar ter a mão
E ao longe um carro de boi
Fe licidade, chuva e varal
E a tempestade e a nostalgia
Brincar cansou, tarde aque ceu
O ar piscou, noite entendeu
E o nosso amor, tonto de rir
Deitou na paz, pronto pra dormir