Quando um cara de trabuco
Juntei os travos com um velho marinheiro
Voltei pro crato, fui fazer artesanato
Um mais bem feito que o ou tro,
Mais um filho e vim embora cá no rio,
E não tem tira, nem doutor,
Eu quero ver quem é que tira
E não tem tira, nem doutor,
Eu quero ver quem é que tira
Laia, laia, laia, laia, laia, laia,
laia, laia, laia, laia, laia, laia
Despencar na Paulo Afonso,
E voltar morta de vergonha
Me casar com algum sargento
e todo sonho desman char.
Não tem que arrancar nem trator
Quero ver quem é que arranca
Não tem que ar rancar nem
Quero ver quem é que arrancar