Muita gente de queixo no chão
E logo correu que ele havia
Mas ninguém queria meter a colher
Do jeito que der pra se libertar
E ter o direito de ser o que é
Por não aceitar esta situação
As marcas deixadas no peito
Que o tempo não quis remover
Abriu seu espaço, não foi desacato
A troco de nada, só disse a verdade
Zumbido, com suas negrices
cantou lá na casa da Dirce
muita gente de queixo no chão
Falando de coisas que o mundo sabia
Mas ninguém queria meter a colher
Do jeito que der pra se libertar
E ter o direito de ser o que é
por não aceitar esta situação
As marcas deixadas no peito
Que o tempo não quis remover
Abriu seu espaço, não foi desacato
Só disse a verdade sem nada a
Gira -pirira -lá -là -lá -rá -lá -lá -ilá -ilá
La -lá -lá -ilá -lá -la -lá -lá -lá -lá
É isso aí, rapaziada, valeu!